Muitas pessoas chegam à análise com uma pergunta silenciosa:
“Será que o que eu vivi foi grave o bastante para eu estar aqui?”
Como se o sofrimento precisasse apresentar credenciais, como se existisse uma régua capaz de medir quem merece ou não ser cuidado.
Mas o trauma não se mede pelo tamanho do fato — e sim pelo que ele fez com você.
Há dores que não deixam marcas visíveis.
Elas aparecem como cansaço constante, ansiedade sem nome, dificuldade de se relacionar, sensação de nunca ser suficiente, medo de errar, explosões que parecem vir do nada.
Por fora, a vida segue funcional.
Por dentro, algo está sempre pesado.
Muita gente passa anos tentando ser forte, produtiva, “dar conta de tudo”, enquanto repete as mesmas histórias: relações que ferem, escolhas que não fazem sentido, um vazio que retorna mesmo quando tudo parece estar no lugar.
A psicanálise nasce justamente aí — nesse ponto em que o corpo e a alma já não aceitam mais o silêncio.
Ela não julga se o seu sofrimento é grande ou pequeno.
Ela escuta o que aquilo significou para você.
Transformar a dor em palavra é um ato profundo.
Não apaga o passado, mas muda a forma como ele vive no presente.
Aquilo que hoje paralisa pode ganhar sentido, contorno e, aos poucos, saída.
Você não precisa carregar tudo sozinha.
Não precisa explicar, justificar nem provar nada.
Existe um lugar onde a sua história pode ser ouvida com cuidado.
Se algo em você pede atenção, eu posso te acompanhar nesse caminho.
Jaqueline Schmitt Ambrosi– Psicanalista
Atendimento on-line
@psijaqueline7




